Tequilaa!

13 03 2009

Mulheres bebem além do limite para atrair homens, diz estudo.

No eterno jogo da conquista, em que parecer interessante é a chave de tudo, as coisas estão saindo dos limites. Pesquisa realizada nos EUA com 3.316 estudantes de duas universidades mostrou que muitas meninas estão bebendo mais do que deveriam para conseguir impressionar seus parceiros.

O estudo mostrou que a grande maioria dos moços gostaria que suas parceiras, sejam amigas ou namoradas, bebessem, mas 71% das moçoilas acabam superestimando a dose. Analisando os diferentes subgrupos, os pesquisadores notaram que 26% dessas moças acreditam que um homem é mais propenso a ter amizade com mulheres que bebam acima de cinco drinques, enquanto 16% já acham que serão mais atraentes se beberem tanto quanto os meninos. Quando as duas estimativas são confrontadas com o que os garotos querem, as diferenças de opinião aparecem.


Existe uma grande e arriscada desconexão entre os sexos”, afirma Joseph LaBrie, PhD, professor de psicologia na Loyola Marymount University e autor do estudo. “Não são todas as mulheres que estão bebendo para chamar a atenção dos homens, mas isso pode explicar porque mais e mais mulheres estão bebendo a um nível perigoso”.

A pesquisa será publicada na edição de março da revista médica Psychology of Addictive Behaviors, e o pesquisador LaBrie já está conduzindo outro estudo de acompanhamento, com a inversão de papéis. Ou seja, o objetivo será levantar o que os homens acham que as mulheres querem que eles bebam e em quais quantidades.

É bom notar que homens e mulheres possuem diferenças físicas que influenciam na capacidade de suportar bebidas alcoólicas. Homens têm mais massa muscular para segurar a onda e mulheres, em média, absorvem 30% mais álcool em sua corrente sangüínea. E, se a biologia não lhe fizer pensar duas vezes antes de se embriagar, fica aqui o lembrete: um homem que bebe demais se torna um babaca. Já a mulher, um alvo fácil.

Matéria por: Claudio R. S. Pucci, site Terra.com.br.

Serviço: Para quem quiser mais detalhes, o estudo está publicado na íntegra no site da American Psychological Association e pode ser lido, em inglês, no http://www.apa.org/journals/releases/adb231157.pdf.

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